Atualização Rápida

Eu sei que ninguém ler isso aqui, mas me toquei que só tem posts falando sobre dores de cabeça, hahahaha. Isso pode desestimular alguém que por um acaso passe por aqui, então resolvi escrever rapidinho porque blog pelo visto não é pra mim (que pena, adoraria ganhar coisas de graça das empresas). Hahahaha.

Enfim, já estou na Inglaterra há quase 10 meses e posso falar que esse país já está incrustado no meu coraçãozinho. Amei a educação dos britânicos; a estrutura da universidade; a beleza do campus (que é liiiiindo); a facilidade das coisas (viagens, correio, compra na internet); a tranquilidade de viver no interior… Enfim, amei, amei, amei apesar de todas as dificuldades. Pensei por muito tempo pedir extensão, e ainda é uma possibilidade, mas a saudade de casa também está batendo porque tem muita gente querida me esperando.

Bom, mudando de assunto, ao longo desses quase 10 meses eu tenho material pra fazer posts com dicas de onde/quais comidas comprar aqui; dicas de como planejar viagem; material para fazer posts de viagem; informação pra dar sobre as disciplinas que fiz aqui e tudo mais. Não irei fazer essas coisas agora porque não tenho tempo nem saco pra isso, hahahaha, mas quem sabe voltando pro Brasil quando a saudade daqui bater. Mas se você tiver qualquer dúvida, pode entrar em contato comigo por alguma das minhas redes sociais que eu responderei com todo prazer.

É, acho que por enquanto é só isso mesmo. Que sem graça, hahaha.

Best regards,

Sara

Aplicativos e Amigos

Uma das coisas que sentimos falta quando estamos longe de casa são os nossos amigos. Já que a tecnologia está tão presente em nossas vidas, por que não usá-la para trazer um pouco do old school de volta?

Meu curso na UFAM, apesar de ser diurno, acaba nos tomando o dia todo. Sendo assim, eu e meus amigos passamos, praticamente, o dia todo juntos. A universidade chega a ser nossa segunda casa.
Como somos pessoas muito legais, estamos sempre procurando algum meio de se divertir em grupo. Já passamos pelos jogos de cartas, tabuleiro, dominó, jogos que precisavam de papéis, jogos que não precisavam de material nenhum… Enfim, a onda agora são jogos de celular. Mas não aqueles que cada um fica com o seu… Nem aqueles outros que você precisa ter internet disponível… E sim os que nos permite interagir com o grupo. E cá estão alguns jogos que possuem o nosso selo de qualidade:

Eu tenho o Perfil 4 em casa e sempre o achei bastante difícil. Esse aplicativo, porém, é mais fácil. Permite que você escolhe o tamanho do tabuleiro e quantas pessoas vão jogar. Sendo assim, só um celular é necessário caso for jogar em grupo. Depois é só fazer o indicato e ele mesmo move as peças e diz quem ganhou no final.
Há a opção forever alone, mas não gostei muito. Outro ponto negativo é que na versão fodido pobre grátis não há tantas perguntas assim. Depois de alguns dias você e seus amigos já terão decorado as respostas sendo tentando pelos pacotes de expansão. Para os dispostos, acho que a versão paga deve valer a pena.

homer-thinking-dancing

A desgraça é quando cai na categoria Ano

Para os amantes de mímicas, este aplicativo promete bastante diversão. Divide os participantes em grupos, sorteia as palavras, marca o tempo e computa os pontos. Infelizmente a versão grátis também não é tão completa assim e após alguns dias você estará pensando se vale a pena comprar a versão paga. De qualquer modo, vale a diversão.

harry daniel

Diversão para os bons em mímica e os não tão bons assim

Bom, depois de do vício nos dois jogos acima, precisávamos de um que nos desse palavras novas. Achei esse e baixei. Ele é por jogador ao invés de equipe, mas computa os pontos direitinho. Nas instruções do jogo, diz que você pode fazer mímica ou fazer tipo Tabu (jogo da Grow) em que dicas são dadas para se adivinhar a palavra. Você define o tempo e a quantidade de palavras por rodada e quem se a pessoa acertar a palavra tanto ela quanto quem estava fazendo a mímica/dando as dicas ganham pontos. Sendo assim, a maioria das vezes são dois os vencedores. Não achei tão bom quanto os outros dois já citados, mas é divertido.


Bom, por enquanto é só isso. Com minha ida para o CSF, momentos assim são mais difíceis, então só testamos esses mesmo. Mentira, também testamos o Taboo, mas ele não marca muito bem os pontos. É meio confuso. Vale pelas palavras, principalmente se você der aulas de inglês.

Caso apareçam mais jogos legais, atualizarei o post.
Agora, divirtam-se o/

Monty Python “The Silly Walks Song”

“Work, work, money, money,
Work, work, money, money,
Work, work, funny money,
Funny money, work, work.

Work, work, hurry, hurry,
Work, work, worry, worry,
Work, work, hurry, hurry,
Worry, worry, work, work.

Morning, morning, morning.
Morning Jill, morning Jack,
Can’t complain, keep coming back.
Morning, morning, morning.
Morning Jim, morning Fred,
Work all day until you’re dead.

Money is the root of evil.
Money is the fruit of sin.
Money is the root of everything.
Wear a suit, they’ll let you in.

Morning, morning, morning.
What’s the point? What’s the use?
Work and earn and reproduce.
Boring, boring, boring.
Work all day, earn your bread,
‘Til you finally drop down dead.

Money is the root of evil.
Money is the fruit of sin.
Money, money, money can drive you mad.
End up in the loony bin!

Work, work, money, money,
Work, work, money, money,
Work, work, funny money,
Funny money, work, work.

Work, work, hurry, hurry,
Work, work, worry, worry,
Work, work, hurry, hurry,
Worry, worry, work, work.

Money is the root of evil.
Money is the fruit of sin.
Money is the root of everything.
Pay up or we’ll do you in.

Work hard every single day.
Work, work, work your life away.
Don’t question what, don’t question why,
Just keep working ‘til you die.

Money is the root of evil.
Money is the fruit of sin.
Money is the root of everything.
The Grim Reaper’s comin’ in!

Life is a silly walk in the park,
A knife in your throat held after dark.
Life is a terrible joke, a lark,
A spoken word, then it all goes dark.

Money is the fruit of evil.
Money is the root of sin.
Funny money loot will make you rich.
Life’s a bitch and you can’t win!

Money is the root of evil.
Never, never question why.
Money is the fruit of evil.
Work all day until you die”

O Rei Leão 3D (The Lion King 3D) – O ciclo sem fim

Minha sugestão é que leia isso ouvindo esta música: This Land (Hans Zimmer)

Tinha que escrever esse post hoje, mesmo que seja editado amanhã, ele deve ser escrito e publicado hoje. Pois, finalmente fui ver “O Rei Leão, 3D”. Não que eu realmente me importe com o 3D, isso é o de menos. O que eu realmente queria, era ver (ou rever, segundo minha mãe.. mas não se deixe enganar, ela tem memória fraca) no cinema. Arrastei minha família e tudo!

(meu pai até brincou, falando: “Só a Sara pra me fazer assistir Rei Leão, de novo”)

Mas enfim, deixe-me organizar o pensamento e decidir sobre o que realmente será esse post… … Ok, não será sobre o filme, até porque acredito que a maioria já tenha assistido ao menos uma vez. Será sobre a experiência.

Quando descobri que o filme seria relançado no cinema, só faltei pular da cadeira, afinal é uma das animações que mais gosto. Foi o primeiro VHS que ganhei e o que meu pai disse, por brincadeira, faz sentido, já que assisti esse filme tantas vezes que ninguém, além de mim, aguentava mais. Ou seja, é basicamente o filme que me faz relembrar da minha infância, da minha cidade natal e até de minha família. Portanto, é bem especial. Saí do cinema intensamente e incrivelmente feliz. Foi uma ótima experiência. Única. Espero nunca esquecê-la.

 

 

Chorei com a música incial, me emocionei com as lições e a voz do Mufasa, encolhi na cadeira quando Scar leva Simba para o vale, chorei com o que aconteceu em seguida, cantei Hatuna Matata, refleti as palavras de Rafiki, me apaixonei novamente pelo Simba, chorei enquanto ria do Timão dançando hula, tive vontade de rugir para a pedra do rei e fiquei até os últimos nomes aparecerem na tela e até as luzes ligarem.

 

 

É impressionante como me envolvi com as cenas, os personagens, a trilha sonora (obra prima, na minha opnião, de Hans Zimmer – com a participação especialíssima e essencial de Lebo M -), tudo! Mesmo sabendo o que ia acontecer… sei lá, é difícil de explicar, mas agradeço por ter dividido isso com minha família e agradeço a Disney pela oportunidade e por terem mantido a dublagem original. Fez toda a diferença.

 

 

E eu não estava sozinha, apesar de ter ido ao cinema esperando uma experiência eu-filme, filme-eu, não pude deixar de notar as pessoas ao meu lado. Tinha de todo tipo e agradeço pela presença delas, também. Crianças e adultos que nunca viram o filme, adultos e jovens que eram fãs do filme, adultos acompanhando seus filhos, crianças aproveitando o filme de outra maneira… enfim, todo tipo de gente, cantando as músicas, perguntando se o leãozinho estava dormindo, falando junto com o personagem, rindo, conversando… tendo, também, uma experiência. E eu sendo egoísta, né? Mas o filme não é meu, não é da Disney, é de todos nós. É algo que vivenciamos juntos e que nos marcou de uma maneira ou outra.

 

 

Então, deixo aqui minha sugestão. Vá ao cinema! Seja sozinho ou com alguém que você ame. Seja para assistir pela milésima vez ou pela primeira. Não importa, sinta a magia do que é voltar a ser criança (mesmo que você nunca tenha assistido), cresça com os personagens! O 3D não importa, nem saber se o filme é plágio ou não. Nunca assisti Kimba – aposto que tem seu crédito -, mas assisti Rei Leão.. Assisti em VHS, em DVD e no cinema. Assisti durante várias fases da vida e é o que pretendo continuar fazendo. E euzinha aqui, guardarei tal animação dentro de mim até que um ciclo se feche e outro comece.

É o vôlei que eu amo!

Desde que me dou por gente, assisto vôlei masculino. Não sou daquelas torcedoras fanáticas, mas se sei que terá um jogo, faço de tudo pra poder assistir.

Quando criança, não tinha TV a cabo, portanto os esportes que assistia eram aqueles comuns da Globo: Fórmula 1, futebol e vôlei. Torcia para todos, mas ao longo do tempo fui desistindo de cada um. O primeiro foi a corrida, depois veio o futebol, mas nunca abandonei a seleção brasileira de vôlei masculino. Sim, dou mais importância ao vôlei que ao futebol, me processem.

Acho engraçado as pessoas discutindo o porquê dessa “decadência” na seleção brasileira de futebol. Querem saber o por quê? Simples, eles não tem amor à camisa. Preferem ganhar dinheiro e assinar um contrato qualquer com uma empresa qualquer. A seleção de vôlei TEM amor à camisa. Eles trabalham como equipe, algo – infelizmente – raro de se ver, hoje em dia.

Eles MERECEM tocida, gritos, incentivo, pratocínio. Se o Brasil ainda é o país do futebol, isso é mais uma prova que sua população não sabe valorizar o que realmente merece ser valorizado.

Sempre juntos

Nesse ano,  não ganharam a Liga Mundial, mas quer saber de uma coisa? Isso realmente não importa. O que realmente importa é o companheirismo e o espírito guerreiro que eles tem desde que eu me lembro. É isso que importa, é isso que faz dessa seleção, a melhor do mundo. É por isso que temos orgulho, independentemente das vitórias – estas que são apenas uma consequência de tudo isso e muito trabalho duro -. Eles sim formam uma verdadeira equipe, uma família digna de todo e qualquer título. Atletas exemplares, merecedores de muitos “parabéns”.

Portanto, parabéns aos atletas, aos técnicos e auxiliares e as famílias que também fazem parte de tudo isso. Na vitória e na derrota, nós torcedores também estaremos com vocês. Que continuem sempre assim!

Isso que dá demorar tanto para escrever um post, fica uma porcaria. Portanto vamos à parte multimídia do post.

Pixar love

Quem me conhece um pouquinho mais, sabe que uma das minhas paixões são as animações. Algo que quando criança apenas incrementava meu dia (me divertindo, me encantando) chega a ser, hoje, um pouco mais que isso. Hoje, ir ao cinema assistir uma nova animação é como voltar àquela época de criança. É ter um sentimento gostoso de nostalgia mesmo sem nunca ter assistido tal filme antes. É esquecer de todo e qualquer problemas e envolver-se em um mundo fantástico que você jura, do momento que entra ao momento que sai do cinema, ser verdade.

Ah, mas isso qualquer filme nos proporciona? Bom, não pra mim. Sim, adoro filmes live action, mas eles não possuem a magia que as animações possuem. Na maioria das vezes é difícil engolir os “absurdos” em filmes com pessoas, atores e cenários verdadeiros; mas em um desenho.. ah, é a coisa mais fácil do mundo. É como tomar leite com biscoitos.

Não sei se é estranho, mas algo corriqueiro na minha infância provoca mais emoções agora do que antes, vai ver que justamente por causa disso tudo que já mencionei e da nostalgia. Mas também há o crecimento, que fez de mim outra pessoa com outras interpretações. De qualquer jeito, meu amor por tal arte só aumentou.

Personagens e diretores, by GRAC3Watti

À medida que fui crescendo, fui me interessando por dublagem, pelos estúdios de animação, como tudo era feito e coisas inúteis que ninguém está nem aí. Descobri, assim, que se houvesse vestibular para entrar na Pixar, seria esse que estaria fazendo.

Se por acaso não deu  pra perceber, esse é meu estúdio preferido. Por quê? Bom, porque mesmo depois de ter sido comprado pela Disney, eles continuaram do jeitinho de sempre (pelo menos até Carros 2, mas deixa isso para outra ocasião). E que jeitinho de sempre é esse, você pergunta? É colocar tanto amor e dedicação em cada coisa feita que todo tipo de emoção e carinho que eles tiveram trabalhando, acaba sendo facilmente transmitido para os telespectadores.

São tantos detalhes, tanta dedicação… Cada vez que termino de ver um dos seus filmes, ou vejo algum extra, alguma entrevista, desejo trabalhar naquele local, com aquelas pessoas. Parece ser um ambiente tão legal e estimulador de trabalhar e para mim, um emprego no qual você se divirta e descubra coisas novas todos os dias, é o melhor tipo de emprego.

Since 1986 extending the boundaries of our imagination

Mas se você não gosta de animações e achou esse post ridiculo, você não sabe o que estar perdendo! Não sabe o que sair do quarto de fininho para ver se seus briquedos também vão criar vida. Não sabe o que é ver significado em “apenas uma pedra”. Também não sabe o que é uma “manemonemanomonema”. Muito menos sabe valorizar coisas antigas e já esquecidas. E como não sabes nada disso, tu também não consegues se emocionar com a estória de um robozinho esquecido em um planeta que há muito tempo foi desprezado. Não consegues ver ternura em um velhinho ranzinza, nem chorar com uma ida à faculdade.

E se nada disso você consegue sentir ou ver, desculpa, mas você está perdendo muita coisa. Portanto, boa noite e boa sorte no seu escritório cinza e frio. Mas se você é assim como eu, alugue um DVD, assista o filme, emocione-se, assista os extras e agradeça aos animadores, dubladores e todas essas pessoas criativas que nos proporcionam horas de magia já esquecidas pelo mundo moderno.